Material tem caráter orientativo e busca esclarecer dúvidas sobre a aplicação das normas, especialmente no contexto do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)
Notícia
Pix abre novas oportunidades para empresas
O Pix consolidou-se como o principal meio de pagamento do Brasil em poucos anos e agora entra em uma nova etapa de evolução
01/01/1970 00:00:00
O Pix consolidou-se como o principal meio de pagamento do Brasil em poucos anos e agora entra em uma nova etapa de evolução. Se no início o foco esteve na adoção e expansão, o momento atual aponta para um sistema mais sofisticado, com novas funcionalidades, maior integração com empresas e um desafio crescente: manter segurança, governança e confiança em uma infraestrutura cada vez mais relevante.
A próxima fase do Pix já começa a ganhar forma com iniciativas que ampliam seu uso no dia a dia das empresas e consumidores. Entre os destaques está o Pix automático, que permitirá pagamentos recorrentes, como assinaturas e contas mensais, de forma simples e integrada. Outro avanço importante é a evolução da chamada cobrança híbrida, popularmente conhecida como “bolepix”, que une a familiaridade do boleto com a liquidez instantânea do Pix.
Além disso, novas tecnologias como autenticação por biometria e melhorias na experiência do usuário devem ganhar espaço, tornando o sistema ainda mais fluido e seguro. Também está no radar a criação de funcionalidades mais complexas para o ambiente corporativo, como automações financeiras e integração com sistemas de gestão empresarial.
Para Peterson Santos, CEO e cofundador da Trio Grupo Financeiro, empresa que desenvolve soluções voltadas especialmente para o ambiente corporativo, o Pix vive um momento de transformação menos perceptível para o usuário final, mas decisivo para o futuro do sistema. “Depois de acompanhar o Fórum Pix, em Brasília, fiquei com uma percepção ainda mais clara sobre o momento atual do arranjo. O Pix continua evoluindo, mas a agenda agora está cada vez menos concentrada em novidade visível e cada vez mais em maturidade do sistema”, afirma.
Segundo ele, alguns movimentos já sinalizam essa nova fase. Entre eles estão a implementação da cobrança híbrida, que visa ampliar o pix para outras formas de cobrança. Segundo o cronograma do Banco Central, a previsão desse tipo de cobrança é outubro de 2026, e como na Trio somos especialista na implementação do Pix e buscamos sempre oferecer o mais alto nível de tecnologia para nossos clientes, o BolePix nativo já é uma realidade em nossa plataforma, e pode ser utilizado para todos que possuem nossa Conta PJ.
Além disso, estão previstas melhorias no fluxo de autoatendimento do MED (Mecanismo Especial de Devolução) e a preparação para o split tributário nativo no arranjo, com início previsto para 2027. Outro ponto que deve ganhar protagonismo é a segurança. “Há uma sinalização clara de que essa frente deve ganhar ainda mais peso nos próximos meses, com foco em ampliar as ferramentas e a qualidade da informação disponível para os participantes”, explica Santos.
Oportunidades para empresas
Nesse novo cenário, o Pix se consolida não apenas como meio de pagamento, mas como uma infraestrutura estratégica para empresas. A possibilidade de integrar pagamentos, automatizar processos financeiros e reduzir custos operacionais abre espaço para novas aplicações no ambiente corporativo. É nesse contexto que empresas como a Trio Grupo Financeiro ganham protagonismo. Especializada em infraestrutura financeira e tecnologia para pagamentos, a companhia atua diretamente na construção de soluções que aproveitam o potencial do Pix para melhorar a eficiência das operações empresariais.
Com tecnologia própria e foco em performance, a Trio desenvolve ferramentas que permitem desde a gestão de pagamentos até a criação de fluxos financeiros mais inteligentes, integrando o Pix a sistemas corporativos e ampliando seu uso estratégico dentro das empresas. Para Peterson Santos, o desafio daqui para frente não está apenas em criar novas funcionalidades, mas em sustentar a evolução do sistema. “Tenho dito com frequência que o Pix não parou de evoluir. A diferença é que agora essa evolução depende cada vez mais da qualidade da governança que mantém o ecossistema de pé”, afirma.
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