A Receita Federal, o Comitê Gestor do IBS e o Encat publicaram, duas notas técnicas sobre a NFe e a NFCe
Notícia
Recomeçar do zero: como construir influência com um novo crachá
Depois de anos na mesma empresa, quando você sai, perde mais do que um cargo. E é aí que a verdadeira competência política se revela
01/01/1970 00:00:00
Quando o crachá deixa de existir depois de muitos anos, o que vai embora não é só a rotina. Muitas pessoas têm no trabalho e em seus cargos parte de sua identidade e aqui está o que muitos executivos não percebem: reputação se constrói na experiência vivida, não na história que você conta sobre si mesmo.
Uma coisa é ter prestígio em ambientes que já te conhecem. Outra, completamente diferente, é chegar em um lugar novo. Você pode ter um excelente currículo e uma trajetória única, mas terá que estabelecer autoridade do zero e provar seu valor novamente.
É aí que entra o capital político, que depende da capacidade de ocupar os espaços certos e da coerência entre intenção e ação. Ele nasce da leitura de campo: compreender dinâmicas de poder, ambientes e expectativas. É o que transforma competência em influência e influência em legado.
Chegue fazendo as perguntas certas
Antes de entrar em uma nova empresa, faça toda a pesquisa que puder. Veja na sua rede quem conhece pessoas que trabalham lá ou que já trabalharam. Entenda o clima e a cultura, mas atenção: informações muito antigas podem não refletir a realidade atual.
Se você foi recomendado, converse diretamente com esse profissional. Algumas perguntas são essenciais: quem são os stakeholders? Como as decisões são tomadas? Quem são as pessoas-chave? Que tipo de contato funciona melhor com cada um, mais relacional ou focado na execução. Esse primeiro mapa é fundamental para, aos poucos, dominar os espaços com maestria.
As pessoas vão pesquisar quem você é, mas é a experiência que vai comprovar. A confirmação de valor vem da experiência que você provoca no outro, em cada interação. Não adianta ter sido ótimo lá atrás: tem que ser agora.
Não aja com base em hipóteses
Quando você chega em um ambiente novo, é natural criar interpretações rápidas. O perigo está em formular uma hipótese e agir com base nela, não na realidade. Essa hipótese vira um filtro e você deixa de perceber nuances.
Aconteceu uma situação ruim? Muitas vezes o incômodo não tem a ver diretamente com você, mas com o que você representa. Pode ser que tiraram alguém que a pessoa gostava, que pisaram no calo dela, que ela tinha outro preferido para a vaga. Você pode simbolizar qualquer um desses cenários, mas não é sobre você.
Então, antes de reagir mal e entrar no modo defensivo, dê dois passos para trás. Chame a pessoa para um café. Comece do zero com ela. Relacionamento não se constrói na defensiva.
Posicione-se estrategicamente
“Seja você mesmo” virou quase um clichê de autenticidade. Eu acredito em se comunicar de forma estratégica. Significa colocar na mesa aqueles atributos que são seus (não de personagem), mas que são relevantes e te ajudam a se posicionar. Aquilo que é seu, mas que naquele momento não vai agregar, você guarda.
Somos multifacetados. A questão é: quais facetas valem a pena mostrar aqui, agora?
Muitas vezes a pessoa fica ensimesmada, preocupada com a própria performance, com a leitura que vão fazer dela, querendo se vender. Aí não vê o que está acontecendo, porque entrou no piloto automático.
Isso exige presença e leitura do outro: observar como ele te aborda, o tempo que dedica a você. Não dá para ir sempre do mesmo jeito. Não há receita pronta. Cada interação depende do perfil do interlocutor.
Relacionar-se é o que acontece entre você e a outra pessoa. Como esse espaço está sendo preenchido. E essa dinâmica se cria na hora: não dá para planejar antes.
O que fica quando você troca de crachá
O que vai valer daqui para frente, segundo a pesquisa 2026 Skills Horizon Report, do Programa Sydney Executive Plus da Universidade de Sydney, será menos eficiência técnica e mais competência humana para criar sentido em meio à complexidade.
Três grandes eixos moldarão as habilidades críticas dos profissionais: liderar pessoas acima de métricas; ter inteligência adaptativa para enfrentar situações novas; e exercer discernimento político e ético em decisões marcadas por poder e influência.
As empresas estão cheias de gente competente. Mas poucas pessoas têm capacidade política real: a habilidade de ler o ambiente, criar confiança e gerar sentido nas relações. Essa será uma das competências mais raras entre os líderes em 2026 e nos próximos anos.
Quando você perde o crachá de uma empresa, perde identidade organizacional. Mas o capital político bem construído, esse você leva com você.
Notícias Técnicas
O Procurador-Geral Adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União, Theo Lucas Borges, afirmou que a PGFN vê a transação tributária como mais adequada que programas amplos de parcelamento, como o Refis
Atualização do Sisbajud acelera ordens judiciais e permite monitoramento automático de contas por até um ano
Transferência de patrimônio não gera IR, mas exige atenção às regras da declaração, ao recolhimento do ITCMD e às situações que podem resultar em tributação sobre ganho de capital
Com o prazo de entrega da declaração se aproximando, cresce o número de brasileiros que recorrem à I.A. para tirar dúvidas sobre regras fiscais
Repasse será automático em caso de atraso na análise do processo
Normas obrigam empresas a prevenirem riscos psicossociais
Foi negado recurso de empresa do setor de alimentos e mantida a cobrança de contribuições previdenciárias sobre verbas indenizatórias, como indenização por demissão, auxílio-creche e auxílio-escolar
Resultado definitivo e respostas aos questionamentos apresentados pelos candidatos serão divulgados em até 45 dias após a aplicação da prova
LC 84/1996 instituiu cobrança de 15% sobre valores pagos por serviços prestados a terceiros, de 1996 e 1999
Notícias Empresariais
Quando decisões são construídas coletivamente a partir de entendimentos profundos, elas não apenas funcionam melhor. Elas resistem ao tempo, às pressões internas e às mudanças de contexto
Você já esteve em uma reunião em que preferiu não dar sua opinião de imediato? Provavelmente agiu bem, mas pode ter sentido desconforto
Com apenas 27% dos gestores engajados, empresas precisam rever metas, suporte emocional e modelos de gestão para evitar perda de produtividade
O SASE propõe uma abordagem diferente ao aproximar os mecanismos de segurança do ponto de acesso do usuário
Em um Brasil pressionado por juros altos, inflação persistente e recordes de inadimplência, empresas precisam parar de reagir ao mercado e começar a construir previsibilidade financeira
Comunicar é conectar propósito, cultura, comportamento e tomada de decisão
Durante muito tempo, a inteligência artificial passou a ocupar um lugar desconfortável nas discussões sobre recrutamento
Execução da estratégia: processos, governança e cultura para manter o foco
O que antes era visto como “coisa de nerd” hoje movimenta grandes indústrias, como games, tecnologia, IA, cinema, streaming e cultura pop, influenciando o consumo global
Especialista Daniel Spinelli alerta que a corrida por inteligência artificial pode transformar aprendizado em ansiedade, ampliar o burnout nas lideranças e tornar o RH curador de ambientes mais conscientes
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade
