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Notícia
Empresas correm contra o tempo para modernizar o SAP em 2026
Empresas brasileiras entram em 2026 em uma verdadeira corrida contra o tempo para modernizar seus ambientes SAP
01/01/1970 00:00:00
Empresas brasileiras entram em 2026 em uma verdadeira corrida contra o tempo para modernizar seus ambientes SAP. A proximidade do fim do suporte ao SAP ECC, previsto para 2027, intensifica uma urgência já conhecida pelo mercado: sem simplificação, automação e inteligência artificial, manter sistemas críticos se torna caro, arriscado e pouco competitivo.
Enquanto muitas empresas ainda dependem de modelos tradicionais de consultoria, baseados em análises manuais e cronogramas extensos, a Mignow, empresa pioneira em automação de migrações SAP com uso de inteligência artificial, demonstra que existe um caminho mais eficiente.
A combinação de automação e inteligência artificial reduz incertezas, antecipa impactos e simplifica tarefas que antes exigiam meses de esforço humano. Em vez de grandes mobilizações de equipes externas, as organizações passam a contar com um processo contínuo, previsível e baseado em dados, uma evolução natural para quem busca modernizar o SAP sem os altos custos e a complexidade típicos de abordagens antigas.
“2026 será o ano em que as organizações vão parar de adiar decisões estruturais. Manter sistemas como eram há dez anos simplesmente deixou de ser sustentável”, afirma Paulo Secco, CEO da Mignow.
Com base em tendências globais e na experiência da Mignow em projetos na Europa, América Latina e América do Norte, seis movimentos estratégicos devem guiar as escolhas das empresas no próximo ano.
1. Arquiteturas mais simples, componíveis e preparadas para mudança
O modelo de ERP monolítico perde espaço para um ecossistema de serviços e integrações construído sobre o SAP S/4HANA como núcleo transacional. A inovação migra para camadas flexíveis, especialmente a SAP Business Technology Platform (BTP), que permite extensões cloud-native, integrações via APIs e deploys independentes.
Ambientes mais leves reduzem dependências, aceleram testes e ampliam a capacidade de responder a mudanças de mercado de forma contínua.
2. Clean Core e cloud-first como bases de custo, segurança e eficiência
Com a maturidade da computação em nuvem e a busca por previsibilidade operacional, o mercado tem convergido de forma consistente para o conceito de Clean Core aliado à estratégia cloud-first. Essa abordagem parte de um princípio clássico e comprovado: simplificar processos, reduzir exceções e operar o mais próximo possível do padrão SAP, respeitando as melhores práticas já consolidadas ao longo de décadas de evolução do ERP.
O Clean Core não se limita à redução de customizações técnicas, mas também promove a racionalização e padronização dos processos de negócio, eliminando complexidades desnecessárias, dependências frágeis e soluções que fogem do modelo standard. Com isso, obtém-se um ambiente mais estável, sustentável e preparado para evoluir.
Os principais benefícios dessa abordagem incluem:
– simplificação dos processos, com maior aderência ao padrão SAP e às melhores práticas de mercado;
– redução da dívida técnica e do esforço de manutenção;
– atualizações mais rápidas, seguras e previsíveis;
– menor risco de regressão de processos a cada ciclo de upgrade;
– melhor aproveitamento da performance do SAP HANA;
– governança mais simples e eficaz;
– redução significativa dos custos operacionais ao longo do tempo.
3. IA generativa no centro da operação SAP
Em 2026, a inteligência artificial deixa de ser complementar e passa a atuar no dia a dia de operação, suporte e desenvolvimento.
Copilots e modelos generativos passam a:
– analisar logs e sugerir correções;
– gerar documentação técnica e scripts de teste;
– automatizar runbooks;
– priorizar incidentes e apontar causas prováveis;
– auxiliar no desenvolvimento de extensões.
O impacto direto é produtividade, redução de riscos e aceleração de entregas, especialmente em paisagens complexas.
4. Joule: o grande acelerador da IA no ecossistema SAP
A Joule, assistente nativa de IA generativa do SAP, consolida-se como um dos principais vetores de aceleração da transformação digital no ERP. Mais do que um recurso pontual, a Joule representa uma mudança estrutural na forma de interação dos usuários com o S/4HANA e com as soluções SAP como um todo.
Em um primeiro momento, a IA no SAP esteve fortemente associada à análise de dados e retorno de KPIs chave, apoiando decisões gerenciais. A estratégia atual da SAP, apresentada de forma clara no SAP TechEd de Berlim, avança de maneira consistente para a criação de agentes inteligentes, capazes de executar atividades completas de negócio.
Com a Joule, deixa-se de apenas consultar informações para orquestrar ações: o usuário passa a interagir por linguagem natural, enquanto a plataforma compreende o contexto, navega entre módulos, aciona processos e executa tarefas de ponta a ponta. Entre os principais avanços, destacam-se:
– criação automatizada de documentos chave do negócio;
– geração de relatórios analíticos de forma guiada;
– desenvolvimento de aplicativos e extensões utilizando linguagem natural, reduzindo dependência técnica;
– maior integração entre dados, processos e automações inteligentes.
Essa evolução posiciona a Joule como um elemento central na maturidade da IA dentro do ecossistema SAP, reforçando um modelo mais produtivo, intuitivo e alinhado às melhores práticas de governança, sem abrir mão do controle, da segurança e da consistência que sempre caracterizaram os ambientes SAP.
5. Automação inteligente como alicerce da governança e das atualizações
Com o avanço do CI/CD, machine learning e observabilidade, as empresas passam a tratar atualizações e validações de forma contínua, automatizada e preditiva.
Entre as evoluções destacadas:
– testes automatizados priorizados por ML;
– code scans e quality gates;
– pipelines de auditoria;
– detecção de anomalias;
– orchestrators com rollback automático;
– janelas de parada drasticamente reduzidas.
“Automação deixou de ser eficiência. Ela virou governança, sem automação não existe ciclo seguro de mudança”, reforça Guilherme Joventino, COO e cofundador da Mignow.
6. Sustentabilidade e compliance integrados ao ERP
A agenda ESG avança para dentro do sistema. Soluções como o SAP Sustainability Control Tower consolidam dados operacionais, cálculos de emissões (Scope 1, 2 e 3), simulações de cenários e relatórios para conformidade.
A automação de dados permite:
– monitorar consumo energético em tempo real;
– otimizar cargas de trabalho para reduzir pegada de carbono;
– identificar desperdícios;
– alinhar compras e logística a metas ESG;
– garantir auditoria contínua com compliance-by-design.
Uma virada estrutural para as empresas em 2026
O fim do ECC, somado ao avanço da IA generativa, das arquiteturas componíveis e da governança 4.0, cria um ponto de inflexão raro para grandes companhias. Adiar modernizações significa aumentar riscos, custos e comprometer competitividade.
“A convergência entre ERP, IA e governança moderna redefine o que entendemos por transformação digital. Quem simplificar, automatizar e se atualizar agora entrará no próximo ciclo competitivo em outro nível de maturidade”, conclui Joventino.
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