Ação integra a estratégia da Receita Federal de atuar de forma orientadora e preventiva, priorizando o diálogo com os contribuintes e a busca por soluções que evitem litígios desnecessários
Notícia
13º Salário: como usar o dinheiro extra para organizar suas finanças
Saiba como planejar o uso da segunda parcela do 13º salário para quitar dívidas, investir e garantir um futuro financeiro mais seguro
01/01/1970 00:00:00
A primeira parcela do décimo terceiro foi paga no último dia de novembro e será feito o pagamento da segunda parcela nesta sexta 19 de dezembro, pois o limite é o dia 20 que cai num sábado este ano. Você já sabe como usar bem este recurso adicional no seu orçamento? Vamos a algumas informações importantes para não ter aquela sensação de “nem bem chegou, o dinheiro sumiu”, e começar uma nova jornada financeira.
Não importa quanto seja o valor - que terá os descontos dos tributos - ainda assim é um adicional à remuneração mensal. Desta forma, em tese, é algo novo e capaz de auxiliar muito para a organização das finanças pessoais. Como um valor fictício, a pessoa terá R$ 900 adicionais livres para “colocar a casa em ordem”. Se é o caso de dívidas, presentes e fazer uma pequena reserva, vamos realizar a seguinte divisão: 40% para as dívidas (R$ 360), 30% para extras de Natal, presentes (R$ 270) e 30% para iniciar uma reserva financeira (R$ 270), ponto fundamental para ter segurança no médio e longo prazos. Esta terceira fatia do dinheiro precisa ser PRIORIDADE, pois momentos de incerteza, dificuldades, atrasos nos recebimentos acontecem e pedem que pensemos neles antes que se tornem realidade. É neste momento que esta reserva faz muita diferença; sem contar que, se não for usada, será a base para a sua riqueza, a sua renda passiva, os seus rendimentos futuros.
Para quem está livre de dívidas, vale dividir o recurso também em três partes, mas com percentuais diferentes: os mesmos R$ 900 podem contemplar reserva financeira, presentes, viagens, itens do Natal, e investimentos. Como a pessoa fez tudo certo para chegar ao fim do ano sem dívidas, ela pode (e deve) se presentear um pouquinho: 50% do valor para os extras de Natal, presentes, viagens (R$ 450), colocar na reserva financeira - curto prazo, para o ano de 2026 - 30% do valor (R$ 270) e os restantes 20% (R$ 180) para investimentos de longo prazo.
É importante que, no cenário onde há dívidas, o valor seja usado para NEGOCIAR as dívidas e não simplesmente aceitar a primeira proposta dos credores. Lembro que bancos e instituições financeiras sabem que muita gente aceita o primeiro valor para “resolver logo o problema”, mas não deve ser assim. A pessoa que teve endividamento é consumidora e tem poder para discutir os termos para pagamento e quitação; nada de aceitar valores abusivos. Se a empresa credora fizer propostas que fogem muito ao valor original - o principal da dívida - a pessoa pode se reportar ao Procon da cidade para negociar termos melhores.
Já no cenário sem dívidas, que permite realizar duas modalidades de investimento, sendo uma para curto prazo (até um ano) e outra para médio prazo (acima de um ano), ter em mente que, a partir de um real, é possível investir e se tornar investidor. Nada de aceitar o primeiro investimento oferecido “porque o valor é pequeno”; muitas vezes bancos e casas de investimentos podem apresentar algo que é bom para eles, e não para você. Como reserva de emergência você pode aplicar em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) que temtêm liquidez imediata, ou ainda em Tesouro Direto, que são títulos do governo com solidez.
Já para médio prazo as opções são inúmeras, como fundos de renda fixa, imobiliários, letras de crédito do agronegócio (LCA) e imobiliárias (LCI). Há ainda participação em operações de crowdfunding que temtêm cotas a partir de R$ 5 mil. Nesta hora da escolha é importante que a pessoa leia as lâminas de investimento, não importa o montante que será aplicado. Como digo, todo dinheiro é dinheiro, seja um real ou um bilhão de reais.
O mais importante destas estratégias para o adicional que muitos irão receber é o planejamento: sair com dinheiro na mão gastando pode até ter momentos alegres, mas posteriormente, traz uma sensação de impotência por notar que o recurso acabou, o famoso “nem vi direito a cor do dinheiro”. Quando se tem um plano e reservas financeiras, ou ainda começa a quitar dívidas, o sentimento é oposto: a pessoa se sente no volante do veículo financeiro, conduzindo a vida nos caminhos, e não sendo conduzida por rompantes e, pior, por dívidas. Fazer diferente em 2026 começa assim!
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