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Câmbio: remessas ao exterior podem fazer o dólar subir neste fim de ano?
Apesar de analistas destacarem esse fluxo sazonal, expectativa é de que não haja tantas variações na cotação da moeda americana ante o real
01/01/1970 00:00:00
Após uma queda de mais de 13% no ano, na casa dos R$ 5,30, o dólar seguirá em queda no último mês do ano?
Há um fator que pode jogar contra este movimento até o fim do ano.
No primeiro pregão do último mês de 2025, o dólar subiu 0,43% ante o real e foi a R$ 5,36. Entre os motivos, está o tradicional fluxo de fim de ano, quando empresas e fundos costumam mandar dólares ao exterior.
Operadores atribuíram o tropeço do real na segunda-feira a um aumento da procura pela moeda americana no mercado local para envio de recursos ao exterior, como lucros e dividendos.
O diretor da Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, avalia que, passada a rolagem de contratos futuros na virada do mês, já se verifica uma demanda maior por “dólar spot” para as remessas de fim de ano. “Prova disso é a abertura do cupom cambial curto. Essa pressão deve durar o mês todo, mas não vejo uma alta muito grande do dólar”, afirma o tesoureiro, ressaltando que o Banco Central tende a intervir.
A perspectiva de analistas ouvidos é que o BC possa, além de rolar linhas existentes, promover oferta de novas linhas com compromisso de recompra. Estaria no radar também a realização de oferta conjunta de dólar à vista com swap cambial reverso, operação apelidada de “casadão”.
Na segunda-feira, em evento da XP, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, voltou a defender o regime de câmbio flutuante e repetiu que a autarquia intervém no mercado de câmbio apenas em casos de “disfuncionalidade”.
Lá fora, o índice DXY – que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes – teve leve queda na segunda-feira, ao redor dos 99,400 pontos. Entre indicadores, o índice de atividade industrial (PMI, na sigla em inglês) dos EUA, elaborado pelo Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês), caiu para 48,2 em novembro, ante 48,7 em outubro. A expectativa era de alta a 49,2.
Destaque na sessão para a valorização de mais de 0,40% do iene, após o presidente do Banco do Japão (BoJ), Kazuo Ueda, sinalizar a possibilidade de aumento de juros em sua próxima reunião de política monetária (dias 18 e 19). Um eventual fortalecimento adicional do iene poderia levar a desmonte parcial de operações de carry tradecarry trade (a combinação entre fazer uma posição vendida em moeda com taxa de juros mais baixa e outra comprada em moeda com juro mais alto ainda elevado), tirando parte do fôlego das divisas latino-americanas. Moedas como o real e o peso colombiano tropeçaram apesar da valorização da alta de mais de 1% do petróleo e do minério de ferro.
O gestor de fundos multimercados da AZ Quest, Eduardo Aun, vê um efeito “muito marginal” da provável alta de juros no Japão sobre a dinâmica das divisas latino-americanas, que sofrem um ajuste muito pequeno após um desempenho positivo na semana passada.
“A sinalização mais recente do Federal Reserve favorece moedas emergentes, que podem ter uma boa performance até o fim do ano, embora sem grandes movimentos”, afirma Aun.
O gestor diz “não ter dúvidas” de que haverá um corte de 25 pontos-base na taxa básica de juros americana na semana que vem, após ajuste recente na comunicação do Fed. Ele lembra que o BC americano saiu da reunião de política monetária de outubro dividido sobre seus próximos passos, algo ressaltado pelo chairman Jerome Powell. Nas últimas semanas, contudo, diversos dirigentes do Fed deram sinais claros de redução nos juros.
“Não saíram dados de grande relevância da economia americana. Essa mudança de discurso ocorreu porque as condições financeiras começaram a piorar, com realização nas bolsas americanas e no mercado de crédito. O Fed está mostrando que se for necessário vai reagir à piora das condições financeiras, o que é uma sinalização importante”, afirma Aun, ressaltando que essa nova postura acalmou os mercados e trouxe mais conforto para a tomada de risco.
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