O PGD DCTF 3.8b permite a declaração das quotas do IRPJ e da CSLL de SCP referentes ao 4º trimestre de 2024
Notícia
Com variação de 0,3% em março, setor de serviços registra segundo resultado positivo seguido
O volume total de serviços está 16,9% acima do patamar pré-pandemia, cujo marco é fevereiro de 2020. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (14) pelo IBGE
01/01/1970 00:00:00
O volume de serviços do país variou 0,3% em março de 2025, após crescer 0,9% em fevereiro, acumulando ganho de 1,2% nestes dois meses seguidos de resultados positivos. Assim, o setor opera 0,5% abaixo do ponto mais alto de sua série, alcançado em outubro de 2024. Além disso, o volume total de serviços está 16,9% acima do patamar pré-pandemia, cujo marco é fevereiro de 2020. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (14) pelo IBGE.
Em relação a março de 2024, na série sem ajuste sazonal, o volume de serviços cresceu 1,9%, décimo segundo resultado positivo consecutivo. O acumulado no primeiro trimestre de 2025 mostrou expansão de 2,4% frente a igual período de 2024 e o acumulado nos últimos doze meses, ao avançar 3,0% em março de 2025, acelera o ritmo de expansão frente aos avanços observados em janeiro e fevereiro (2,8%).
Para Rodrigo Lobo, gerente da Pesquisa Mensal de serviços do IBGE, “a leitura que se deve fazer sobre o setor de serviços é a de que ele vem se sustentando muito próximo do seu nível recorde, alcançado em outubro de 2024. Agora, em março de 2025, o setor está apenas 0,5% abaixo do pico da série, sendo o segundo ponto mais alto da série histórica, iniciada em janeiro de 2011. As flutuações do setor de serviços são naturais e os resultados negativos recentes, como o de novembro de 2024 e o de janeiro de 2025, não podem ser vistos como momentos de inflexão ou de reversão de trajetória. Há, ao contrário, a sustentação do setor de serviços em um patamar elevado, muito próximo do seu nível recorde”.
Em março de 2025, houve predomínio de taxas positivas tanto em termos setoriais quanto na ótica regional, visto que três das cinco atividades e 14 das 27 unidades da federação investigadas mostraram expansão frente ao mês anterior.
Setorialmente, o destaque ficou por conta da expansão vinda dos transportes (1,7%), que registrou o segundo resultado positivo seguido, com ganho acumulado de 2,2%.
“No setor de transportes, podemos destacar o aumento das receitas das empresas que atuam com concessionárias de rodovias, por conta do aumento do fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas durante o carnaval, com atividade de correio, logística de cargas, gestão de portos e terminais e armazenamento de mercadorias. Todas essas atividades estão inseridas no grupamento de armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio, que cresceu 4,8% em março. Além disso, também contribuíram para o avanço do setor, as expansões do transporte de passageiros e de cargas, de 2,0% e 0,6%, respectivamente”, salienta Lobo.
Os demais avanços ficaram com os serviços profissionais, administrativos e complementares (0,6%) e os prestados às famílias (1,5%), com ambos registrando o segundo avanço seguido e emplacando um crescimento acumulado de 1,9%, no primeiro setor; e de 1,8%, no último.
Entre os locais com taxas positivas nesse mês, o impacto mais importante veio do Rio de Janeiro (2,3%), seguido por Paraná (1,2%), Goiás (3,1%) e Bahia (1,5%).
“No Rio de Janeiro, em ordem decrescente de contribuição, os tipos de serviços que se destacaram foram o transporte dutoviário, ligado ao transporte de óleos brutos de petróleo, alojamento e alimentação, cuja receita pode ter sido magnificada pela demanda advinda do Carnaval, atividade de TV aberta e espetáculos teatrais e musicais”, pontua o gerente da PMS.
Em relação ao serviço de espetáculos teatrais e musicais, quarta influência nos resultados do estado fluminense, Lobo explica que a empresa promotora do Lolapalloza, festival que ocorreu em São Paulo no mês de março, tem sede no Rio de Janeiro e, por isso, a receita oriunda da realização do show é contabilizada neste local.
Já Mato Grosso (-9,2%) e São Paulo (-0,2%) exerceram as principais influências negativas do mês, seguidos por Pernambuco (-2,7%), Rio Grande do Sul (-0,9%) e Amazonas (-2,8%).
Serviços crescem 1,9% na comparação com março de 2024
Na comparação com março de 2024, o volume do setor de serviços cresceu 1,9% em março de 2025, décimo segundo resultado positivo seguido. O avanço deste mês foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação e por 57,2% dos 166 tipos de serviços investigados.
O setor de informação e comunicação (4,6%) foi o que exerceu o principal impacto positivo, impulsionado, principalmente, pelo aumento da receita em portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; e consultoria em tecnologia da informação.
Regionalmente, ainda na comparação com março de 2024, houve expansão em 22 das 27 unidades da federação. A contribuição positiva mais importante ficou com São Paulo (2,0%), seguido por Distrito Federal (14,3%), Santa Catarina (5,4%), Mato Grosso (8,6%) e Goiás (7,7%). Em sentido oposto, Rio Grande do Sul (-9,6%) liderou as perdas do mês, seguido por Pernambuco (-4,7%) e Minas Gerias (-0,9%).
Atividades Turísticas variam -0,2%, com maioria de taxas positivas entre as localidades
Em março de 2025, o índice de atividades turísticas apontou variação negativa de 0,2% frente ao mês imediatamente anterior, após ter avançado 2,7% em fevereiro. Com isso, o segmento de turismo se encontra 9,2% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 3,9% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.
Apenas 3 dos 17 locais pesquisados acompanharam este movimento de decréscimo verificado na atividade turística nacional (-0,2%). As únicas influências negativas do mês ficaram com Paraná (-2,8%), Espírito Santo (-7,6%) e Rio Grande do Sul (-2,2%). Em sentido oposto, Rio de Janeiro (3,2%) liderou os ganhos do turismo, seguido por São Paulo (0,5%), Distrito Federal (4,8%) e Minas Gerais (1,0%).
“No Rio de Janeiro, principal resultado positivo, os destaques nas atividades turísticas foram alojamento e alimentação e a atividade de espetáculos teatrais e musicais”, completa o gerente da pesquisa.
Em relação a março de 2024, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 5,8%, décimo resultado positivo seguido, sendo impulsionado, principalmente, pelo aumento na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo de passageiros; hotéis; serviços de reservas relacionados a hospedagens; e restaurantes.
Em termos regionais, 14 das 17 unidades da federação onde o indicador é investigado avançaram nos serviços voltados ao turismo, com destaque para Rio de Janeiro (17,0%), seguido por São Paulo (3,6%), Bahia (14,4%), Santa Catarina (10,9%) e Ceará (14,7%). Já Rio Grande do Sul (-6,5%), Distrito Federal (-5,0%) e Mato Grosso (-7,7%) exerceram os únicos impactos negativos do mês.
Transportes de passageiros (2,0%) e de cargas (0,6%) crescem em março
Em março de 2025, o volume de transporte de passageiros no Brasil cresceu 2,0% frente ao mês imediatamente anterior, segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou um ganho de 4,2%. Dessa forma, o segmento se encontra 1,8% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 21,8% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).
Por sua vez, o volume do transporte de cargas avançou 0,6% em março de 2025, com ganho acumulado de 2,0% nos últimos dois meses. Dessa forma, o segmento se situa 6,6% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 35,6% acima de fevereiro 2020.
No confronto com março de 2024, o transporte de passageiros cresceu 0,8% em março de 2025, sétimo resultado positivo seguido; ao passo que o transporte de cargas decresceu 0,4% no mesmo tipo de confronto, a quinta queda seguida.
Mais sobre a pesquisa
A PMS permite o acompanhamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que tenham serviços não financeiros como sua principal atividade, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra.
Esta é a vigésima primeira divulgação da nova série da pesquisa, que passou por atualizações na amostra de empresas e em sua metodologia, previstas e implementadas periodicamente pelo IBGE. A próxima divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, relativa ao mês de abril, será em 13 de junho.
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