Benefício é exclusivo para empregados no regime da CLT
Notícia
A lei do 1/3
Assumindo a nossa parte, temos a possibilidade de escolher sair da zona de conforto e de mais um dia, semana, mês com a mesma rotina onde eu saio de casa e faço o mesmo caminho, cumpro os mesmos rituais, domino os processos da minha área, conheço toda
01/01/1970 00:00:00
O despertador toca e o sol entra pela janela, mas, nem sempre reparamos. Os pássaros cantam, mas, nem sempre ouvimos. O filho e a esposa nos dão bom dia e muitas vezes nem respondemos. O cachorro quer sair para passear, mas não é prioridade. O outro filho quer brincar, mas não temos tempo agora. E mais um dia está começando...
O que vai determinar se este dia vai ser bom ou ruim? Comum ou diferente? Equilibrado ou estressante? Com balanço positivo ou negativo? Cheio de aprendizados ou reclamações? Com mais sorrisos ou cara fechada? Para todas essas perguntas, a única resposta possível é uma palavra pequenina, mas com grande peso e potencial: Eu.
Inicialmente pode parecer exagerado, improvável, inconsistente ou até soar como excesso de responsabilidade, mas, garanto que não é nada disso. Nós somos os principais responsáveis pelos nossos dias, pela vida que levamos e pela forma como escolhemos conduzir nossas ações e reações.
Ah, mas você deve estar falando isso porque não conhece o meu marido, a minha empresa, meu chefe e liderados! Tenho certeza que se estivesse na minha pele e calçando meus sapatos, entenderia que não está nas minhas mãos e depende de terceiros.
A boa notícia de cara é que como principais responsáveis e protagonistas, somos também agentes de transformação. Começando por nós mesmos e deixamos transbordar para o ambiente e pessoas com as quais nos relacionamos.
Chegou a hora de compartilhar com vocês, a lei do 1/3. Imaginem uma pizza com três grandes fatias. O primeiro pedaço é o do ambiente e aqui entram todos os contextos em que estamos inseridos: trabalho, casa, academia, pós-graduação. Aqui no ambiente, temos algum impacto, mas se não está bom é melhor trocar porque não temos grande interferência no meio a ponto de modificar ou deixar exatamente como gostaríamos.
A próxima fatia é a do outro. Neste caso, também temos troca e alguma influência dependendo da nossa relação com a pessoa, porém, pouco poder e condição de decidir ou mudar.
E a última e mais esperada e suculenta fatia é a do Eu. Aqui sim é o que realmente importa e onde temos total controle e atuação. Independente do meu chefe, liderados e cultura da empresa o que eu posso fazer de diferente? Qual a minha responsabilidade?
Assumindo a nossa parte, temos a possibilidade de escolher sair da zona de conforto e de mais um dia, semana, mês com a mesma rotina onde eu saio de casa e faço o mesmo caminho, cumpro os mesmos rituais, domino os processos da minha área, conheço todas as pessoas e já consigo até prever as reações e falas do meu chefe.
Quando ficamos muito tempo na zona de conforto, temos pouca evolução e aprendizado. Por isso, que o ideal é buscar novidades todos os dias. Aprender algo novo, começar um curso, conversar com alguém de outra área. Tudo que te deixa desconfortável, foi feito sob medida para você. “Se está com medo, vai com medo mesmo”.
Tudo que nos tira da zona de conforto, nos eleva para zona de aprendizagem, onde aí sim podemos evoluir como pessoas e profissionais. Falar em público, almoçar com pessoas de perfis diferentes, aprender uma língua, dançar. Se a bola estiver quicando do seu lado e for desconfortável, agarre e pegue para você.
Fazer algo novo é desafiador e na maioria das vezes, primeiro piora antes de melhorar e pode dar muito errado até dar certo. Mas, é assim que a gente cresce, aprende e evolui. Imaginem que estamos nadando no mar, e de repente avistamos uma pedra bem alta e nos dá vontade de nadar até esta pedra e fazemos isso. Quando alcançamos a pedra, pensamos em subir para ver a vista de lá de cima e se é realmente alta como parece e fazemos isso. Já do topo da pedra, confirmamos que é realmente alta e nos dá vontade de pular, mesmo com medo. Então, tentamos avaliar alguns riscos e enxergar abaixo do mar, até concluir que só pulando para saber e fazemos isso. Ao dar um salto de uma pedra alta no mar, primeiro nosso corpo mergulha e afunda bastante e só depois de um tempo e com algum esforço conseguimos voltar a superfície, respirar, sentir a adrenalina no corpo e comemorar...
Com as mudanças e novidades ocorre de forma similar a saltar da pedra no mar. E no fim queremos mais e de novo e diferente. E vamos ficando mais confiantes, começamos a saltar de costas da pedra, dar cambalhotas e ficamos tão seguros que de repente nos encontramos novamente em nossa zona de conforto e temos que sair por aí procurando outras pedras, maiores ou diferentes para desbravar e aprender.
“Qual a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa”? Freud
Deixo aqui um convite a todos para pegarem o seu 1/3 de pizza e saírem com foco em entrar e se manter constantemente em zona de aprendizagem.
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