Benefício é exclusivo para empregados no regime da CLT
Notícia
5 dicas para deixar a ansiedade de lado no trabalho
Seja por escolher uma carreira que garanta mais oportunidade de trabalho ou por falta de propósitos claros na vida, alguns profissionais às vezes começam a operar no "piloto automático", e, consequentemente, ficam ansiosos
01/01/1970 00:00:00
A pressão por resultados e a correria diária estão deixando o ambiente de trabalho cada vez mais estressante e, muitas vezes, tóxico, o que impacta negativamente na saúde e no equilíbrio emocional de muitos profissionais.
Seja por escolher uma carreira que garanta mais oportunidade de trabalho - mas que foge do que realmente gostaria de fazer- ou por falta de propósitos claros na vida, alguns profissionais às vezes começam a operar no "piloto automático", sem ter prazer pelo que fazem, e, consequentemente, ficam ansiosos e desmotivados no trabalho.
Por outro lado, algumas empresas ainda insistem em manter modelos de gestão ultrapassados, que geram ambientes corporativos nocivos e levam a um grande risco de estabelecer um clima de insatisfação geral entre os colaboradores da empresa.
"O mercado de trabalho está mudando, e as empresas que inovaram no seu modelo de gestão estão atingindo melhores resultados e atraindo bons profissionais. Principalmente a geração X, que começou a despontar no mercado de trabalho, espera mais da empresa do que apenas o salário. É preciso ficar atento a este momento", explica Susanne Andrade, especialista em desenvolvimento humano e autora do best-seller "O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil".
A especialista aponta 5 dicas para gestores e profissionais construírem um ambiente corporativo mais agradável, com menos ansiedade e mais satisfação:
Trabalhar no modo mecânico
Há pessoas que escolhem a carreira em virtude do desejo do outro, ou pela quantidade de vagas no mercado, esquecendo seu verdadeiro propósito. Quanto mais aprofundam o conhecimento em uma área de que não gostam, mais infelizes ficam, pois não estão fazendo o que gostam.
Com isso, acabam entrando no "piloto automático" na hora de trabalhar, cumprindo apenas o necessário, sem um sentido maior. O trabalho vira apenas um meio de ganhar o salário no fim do mês. A sobrevivência é o principal foco desses profissionais.
"Para que o trabalho tenha um significado maior, a escolha de sua carreira deve levar em consideração as habilidades, os sonhos, aquilo que desperta o brilho nos olhos. Caso contrário, o cansaço, a falta de energia e a ansiedade tomarão conta não só do lado profissional, mas da vida como um todo", diz Susanne.
Definir o propósito de vida
Levar a vida de forma mais leve e tranquila, definindo sempre qual o seu propósito na vida e na carreira, é uma forma de cultivar a "leveza na seriedade". "A leveza deve ser pautada pelo propósito de cada um. O problema é que alguns deixam o propósito de lado e outros nem sequer sabem identificá-los", comenta a especialista.
A especialista cita um exemplo: "É comum, na área de tecnologia, os profissionais assumirem o caminho da gestão enquanto o seu propósito consiste em ser um especialista, aprofundando o conhecimento em tecnologias específicas. Se eles fazem essa escolha errada, passam a trabalhar de maneira mecânica, e então são tomados pela ansiedade e pela apatia. Falta-lhes energia para desenvolver seu time, e as entregas não ocorrem. Sem contar que o ambiente de trabalho começa a pesar, e esse é o momento em que o clima de angústia e incerteza se instala", avalia.
Competir de forma destrutiva
Muitas empresas tradicionais ainda atuam com o modelo de gestão por conflito, considerado o grande responsável pela causa da apatia e da ansiedade. Nesse modelo, é instigada a competitividade destrutiva entre profissionais e áreas, como caminho para os resultados acontecerem.
"É importante entender que competitividade desenfreada é diferente de competição. Ao analisarmos o conceito de competição, percebemos que é simplesmente insustentável a noção de aniquilar o outro. A palavra competição remete a algo positivo e construtivo, uma vez que é derivada da palavra latina competere, que significa 'empenhar-se junto".
"Infelizmente, porém, não é isso que tem acontecido nas organizações mais tradicionais, que muitas vezes são controladas por pessoas com perfil de 'general, construídas para o combate, e que operam sob o lema da competitividade. O custo para trazer resultados e lucros é a destruição das pessoas no meio do caminho."
De acordo com a especialista, a realidade tem mostrado que esse tipo de gestão não funciona mais, porque os profissionais estão mudando e buscam mais qualidade de vida e leveza na sua vida, embora nem todos os gestores tenham se dado conta disso.
Acreditar no "eu mando, você obedece"
Apesar de ainda ser predominante em muitas empresas, o modo de liderança do tipo "comando e controle" está ultrapassado e não atende à nova realidade do mercado. "As pessoas mudaram e o ritmo de trabalho também precisa se modificar, ficar preso ao modo antigo resulta em fracasso", avalia Susanne.
"Não se pode mais gritar com as pessoas ou ordenar que elas sejam de um jeito ou de outro. A motivação para a mudança e o desenvolvimento de novas habilidades têm de vir de dentro. Para isso, a liderança precisa mudar o estilo de comando e controle para uma liderança servidora, que inspira", enfatiza.
A mudança está dentro de cada um
Muitas pessoas se queixam, mas não fazem nada para mudar a situação. "Claro que nem tudo depende de nós, mas é preciso compreender também que há sempre um passo que podemos dar, nem que seja, em última instância, mudar de empresa", afirma a autora.
Para Susanne, é possível mudar a nossa mentalidade e conquistar o que desejamos, melhorando os resultados na empresa, aumentando a produtividade e a felicidade profissional. "Profissionais satisfeitos e bem-resolvidos não são ansiosos", finaliza.
Notícias Técnicas
Mesmo quem não faturou em 2025 precisa prestar contas para evitar multas e bloqueio do CNPJ
Envio deve ser feito mesmo sem retenção de imposto, conforme orientação do manual do sistema
Publicado nesta 3ª feira (07.abr.2026), duas versões do manual de orientação ao contribuinte da NFGas
A Receita Federal, junto ao Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços e ao Encat, publicou, nesta 3ª feira (07.abr.2026), a Versão 1.00k
O Portal do Bilhete de Passagem Eletrônico publicou, nesta 3ª feira (07.abr.2026), dois pacotes de Schemas
A Emenda Constitucional nº 132 de 2023, da Reforma Tributária, trouxe mudanças estruturais no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores
Receita Federal ajusta prazos e procedimentos para envio de adicionais da CSLL no sistema DCTFWeb, impactando empresas e contadores
Supremo analisa critérios de renda e comprovação para concessão do benefício, com possíveis impactos para empresas e trabalhadores
Com integração de dados bancários, PIX, criptoativos e registros imobiliários, fiscalização da Receita se torna cada vez mais automatizada
Notícias Empresariais
Relevância exige movimento. E, no longo prazo, é a relevância que sustenta crescimento
Em um mercado pressionado por IA, escassez de habilidades e mudanças rápidas nas funções, investir em aprendizagem contínua deixa de ser ação de apoio e passa a ser decisão de negócio para RH e lideranças
Pesquisa da Cia de Talentos mostra que saúde mental, equilíbrio e reconhecimento ganham força e pressionam o RH a rever cultura, gestão e proposta de valor ao colaborador
A afirmação dialoga com um conceito que vem ganhando força globalmente: o de mattering. O conceito é uma necessidade que muitos líderes ignoram e que vai além do salário
Ambiente digital também tem sido palco de outras fraudes envolvendo empresas do Simples Nacional
Veja como a formação integrada à rotina organizacional melhora a execução, fortalece a liderança e torna o crescimento mais consistente
O futuro das empresas familiares depende menos de seu tamanho atual e mais da visão que seus líderes forem capazes de construir
CNI estima queda de 0,7% no PIB e perda de R$ 76,9 bilhões com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais
Talvez o maior diferencial competitivo hoje não seja quem recebe mais sim. Mas quem consegue sustentar, interpretar e usar o não como parte do caminho
Com resolutividade de 82%, redução de custos assistenciais e preservação de horas produtivas, o atendimento remoto se consolida como ferramenta estratégica na gestão de saúde corporativa no Brasil
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional
O Brasil se tornou pioneiro a partir da publicação desses normativos, colaborando para as ações voltadas para o combate ao aquecimento global e o desenvolvimento sustentável
Este artigo analisa os procedimentos contábeis nas operadoras de saúde brasileiras, destacando os desafios da conformidade com a regulação nacional e os esforços de adequação às normas internacionais de contabilidade (IFRS)
Essas recomendações visam incorporar pontos essenciais defendidos pela classe contábil, os quais poderão compor o projeto final previsto para votação no plenário da Câmara dos Deputados
Pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentam uma série de desafios que vão desde a gestão financeira até o cumprimento de obrigações fiscais e planejamento de crescimento
Este artigo explora técnicas práticas e estratégicas, ajudando a consolidar sua posição no mercado competitivo de contabilidade
