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Balanço do 4° trimestre reflete desaceleração da economia
Na BB Investimentos, a expectativa é que o Ibovespa pode avançar até o 65 mil pontos até o final de 2014.
01/01/1970 00:00:00
A safra de balanços do quarto trimestre de 2013 das companhias abertas que começam a ser divulgados na próxima semana vai refletir a desaceleração da economia brasileira. Mas por outro ângulo, os investidores começam a visualizar a expectativa de uma recuperação da Bolsa de Valores no segundo semestre de 2014 ante a necessidade de um novo ciclo de investimentos e de crescimento em 2015, alicerçado no desempenho positivo da economia americana, da Europa e da Ásia.
"O investidor de longo prazo já está olhando para 2015 e preocupado com 2014. No momento há uma percepção muito negativa sobre o Brasil face a uma atividade econômica muito fraca e desaquecida, taxa de juros mais alta, e desvalorização cambial. Então não podemos esperar nada de excepcional nos resultados no quarto trimestre de 2013", apontou o diretor da Easynvest Título Corretora, Marcio Cardoso.
Do lado positivo, o diretor argumenta que o setor bancário pode mostrar melhores resultados face à queda da inadimplência ocorrida nos últimos meses. "Mas ainda não é possível saber como foi o crescimento do crédito em dezembro", ponderou.
O analista da BB Investimentos, Mário Bernardes Junior também vê bons resultados no próximo balanço da Gol Linhas Aéreas a ser divulgado. "Será o melhor trimestre da Gol dos últimos dois anos com a seu trabalho de redução de custos. Somente em dezembro [de 2013], a companhia teve uma elevação de 26% nas receitas de passageiro por assento quilômetro oferecido, e aumento de 24% no último trimestre", justificou Bernardes Junior.
No campo negativo, Cardoso, da Título, vê a possibilidade de menores receitas nas redes de lojas de vestuário como Lojas Marisa, Magazine Luiza, Riachuelo e indiretamente nos shoppings centers por causa do desaquecimento do consumo. "Os resultados dos shopping centers também podem ter sido afetados pela queda de faturamento das lojas."
Já o analista da Ativa Corretora, Lenon Borges, observa expectativas mais negativas para os balanços da CSN e da Usiminas. "Houve forte desaceleração das compras dos distribuidores de aço em dezembro quando comparado ao mês anterior. Embora, tenhamos visto a confirmação pela Inda sobre os aumentos repassados pelas siderúrgicas à cadeia de distribuição, os dados de dezembro podem demonstrar uma desaceleração nas atividades da cadeia de distribuição de aço", afirmou.
Na BB Investimentos, a expectativa é que o Ibovespa pode avançar até o 65 mil pontos até o final de 2014. Ontem, o índice subiu 1,56% para 49.299,66 pontos, mas com perdas de 4,29% no ano. "No primeiro semestre, o principal risco é o rebaixamento da nota de crédito do Brasil com uma perspectiva negativa. Mas no segundo semestre, a Bolsa pode antecipar a recuperação da economia global", afirma Nataniel Cezimbra, gerente da equipe de análise da BB Investimentos.
Em relatório, a instituição aponta perspectivas positivas em 2014 para papéis de setores do agronegócio [JBS, M. Dias Branco e Minerva], bancos [Itaú], indústria [Tupy], educação [Anhanguera], logística e transporte [Gol e Embraer], mineração [Usiminas e Vale], papel e celulose [Suzano] e serviços financeiros [Cielo e Smiles] e expectativa neutra para petróleo, gás e petroquímica.
"A economia global deve crescer entre 3% e 3,5% em 2014, puxada pela recuperação americana e pela economia chinesa, o que preserva um cenário para as commodities de mineração e papel e celulose", contextualiza Hamilton Moreira Alves, estrategista da BB Investimentos.
Quanto à economia doméstica, Cezimbra ressalta que 2014 é o terceiro ano de ajustes no ciclo de investimentos. "Em 2015, as empresas terão que voltar a investir", diz o gerente de análise. O analista de infraestrutura do BB, Renato Hallgren, lembrou que as concessionárias terão mais despesas financeiras. "A alta dos juros pode impactar as despesas nos resultados do quarto trimestre", disse.
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