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Notícia
Empresas erram ao tratar empregados da mesma forma
Gestores estão jogando dama, em vez de jogar xadrez.
01/01/1970 00:00:00
Um dos mais graves problemas de gestão enfrentados pela maioria das empresas brasileiras é a tendência de todo gestor de pessoas tratar os empregados da mesma forma, diminuindo drasti camente o desempenho e engajamento da equipe, que terá como conseqüência resultados abaixo do esperado. A constatação é de Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos Consultoria, consultor organizacional e um dos mais renomados palestrantes na área de Liderança e gestão de pessoas do país:
“Gestores estão jogando dama, em vez de jogar xadrez. Entramos na Gestão da Singularidade, onde há uma melhora consistente no desempenho da equipe quando o gestor compreende que há níveis diferentes de performance, engajamento e capacidade de aprendizagem dos elementos de sua equipe. Não se trata de conhecer características e personalidades e sim de oferecer estratégias diferenciadas para talentos em níveis diferenciados de performance e engajamento”.
“Em toda empresa há aqueles que têm desempenho abaixo da média, na média e acima da média. No entanto, quando os chefes querem chamar a atenção daqueles que têm desempenho fraco, eles reúnem todos os empregados em uma mesma sala e apontam os problemas de modo genérico. Esse tipo de atitude paternalista é trágica para as empresas, pois seu único efeito é derrubar o bom desempenho e engajamento daqueles profissionais que se destacam, uma vez que eles são tratados da mesma forma que os outros”, alerta Carmello.
Segundo o consultor, outro fator que leva os gestores a tratarem todos da mesma forma é o fato de que as empresas desconhecem, de modo geral, as necessidades de cada profissional, bem como seus desempenhos. E por não terem esse tipo de informação individualizada, particularizada, os gestores cometem injustiças com aqueles empregados que têm melhor desempenho que os demais.
“Quando o Gestor protege a baixa performance de um pequeno grupo, desprotege todo o comprometimento e desempenho dos talentos que estão em Al ta Performance”
“Muitas empresas promovem treinamentos lineares, para todos os empregados de uma determinada área, mas o fato é que esse tipo de treinamento tem efeito desmotivador para aqueles empregados que já dominam o assunto. Frequentemente, o talento de Alta Performance já conhece o que deve ser feito e se desmotiva no seminário de 08 horas. E o de Baixa Performance, volta do treinamento e continua tendo o mesmo nível de entrega, pois a causa da baixa performance não é falta de treinamento e sim a dificuldade do Gestor em orientar e cobrar do Talento de Baixa performance a entrega prometida” assinala Carmello.
Para o consultor, A Gestão da Singularidade é fundamental, pois profissionais engajados, motivados e preparados requerem menos esforço do Gestor, uma vez que basta convencê-los da importância e do propósito do projeto para que eles saiam fazendo e sempre com alto grau de excelência:
“Já os profissionais com baixo engajamento vão se motivar a fazer algo se eles perceberem que a equipe toda está atuando. Caso eles percebam que nem todos estão envolvidos, vão relutar em trabalhar. É necessário uma outra estratégia do Gestor para Engajar esse nível. Não dá para esperar desse nível a mesma disposição e entrega dos de Alta Performance. O mais grave é o profissional não engajado. Este profissional tem que ser cobrado constantemente. Dessa forma, o gestor de pessoas que atua com Singularidade, desenvolve três abordagens diferentes com sua equipe, uma para cada Nível de Entrega e Engajamento de seus profissionais. Se o gestor tratar a todos da mesma forma, desconsiderando estes níveis, não vai conseguir o máximo desempenho da equipe”, orienta Carmello.
Dificuldades de gestão
Um dos problemas da gestão de pessoas no Brasil está no fato de que nossa cultura considera pessoas de baixa performance ou engajamento ( que muitas vezes chamamos de “Resistentes”) muito difíceis de serem gerenciadas. A maioria dos Gestores acabam evitando lidar firmemente com esse tipo de profissional, deixando-os de lado ou mesmo ignorando sua performance.
“O que poucas empresas percebem é que profissionais que entregam abaixo do esperado e não estão engajados, impactam de modo decisivo não só na fabricação de um produto, mas na prestação de um serviço ou o atendimento a um cliente”.
A Gestão massificada não consegue contemplar essas diferenças, impedindo a criação de alto nível de engajamento, aprendizado e entrega, profundamente necessário para empresas que estão buscando Competitividade. “A Gestão da equipe de forma Singular produz, além de resultados econômicos, um Sentido de Justiça, Meritocracia e total Comprometimento, abordagem fundamental para a Retenção e aproveitamento da Inteligência dos Profissionais de Alta Performance”, alerta Carmello
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