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Notícia
Congressistas brasileiros após eleitos,se voltam para os investidores, deixando o eleitor órfão
Os candidatos nessas Eleições de 2026, precisam entender que o POVO sabe de seu passado, e suas promessas são levadas pelo vento, sem nenhuma credibilidade
01/01/1970 00:00:00
"Estamos novamente próximo a um dejavu (já visto) das Eleições de 2026, onde os candidatos usando a mesma promessa (melhor educação, saúde, infraestrutura, melhorar a economia, e demais), sabemos que são promessas, lúdicas e fantasiosas, que jamais cumprirão, pois o gado eleitoreiro é o mesmo, que troca o voto, por ninharia e palavras ao vento."
Os candidatos nessas Eleições de 2026, precisam entender que o povo sabe de seu passado, e suas promessas são levadas pelo vento, sem nenhuma credibilidade, mas eles sabem que o eleitor brasileiro, é limitado, e se alimento do verde, mesmo sabendo que serão só promessas, mas hão de repetir.
Os candidatos desconhecem a existência de uma informação digital, pelos equipamentos da tecnologia da informação, e tudo que for inserido no celular, ficará gravado, pois está nas nuvens, texto, foto, áudio, vídeo, mas seus valores e princípios são tão ínfimos que repetem as mesmas promessas, pois eles estão convictos que o eleitor é verdadeiramente um idiota.
No Brasil ser congressistas, é o melhor emprego que existe, pois essa é uma verdade incontestável, já que eles empregam seus familiares, e alinham todos aos cofres da Viúva, para conjuntamente se locupletarem, numa organização familiar invejável.
A Constituição Federal, o eleitor, o povo, é somente um detalhe, pois quando empossados devem se inserir no sistema, e seguir sua nababesca vida, às vezes se encontrando com o eleitor, mas isso é um erro de percurso.
Quiçá a Inteligência Artificial e os Agentes de IA's, possam substituir esses congressistas, já que muitos perderam a noção da palavra representação, e pouco se importam com seus eleitores.
"A relação entre políticos e eleitores no Brasil (e em muitos outros países) é complexa e envolve fatores estruturais, históricos e culturais. Vamos analisar alguns pontos-chave que explicam por que muitos congressistas parecem "esquecer" os eleitores após serem eleitos e priorizar interesses de grandes empresários, banqueiros e outros grupos de poder:
1. Financiamento de Campanhas e Dependência de Doações
- Custos Eleitorais: Campanhas no Brasil são extremamente caras, e muitos candidatos dependem de doações de grandes empresas ou grupos econômicos para se eleger. Isso cria uma dívida política com esses doadores.
- Lobby e Pressão: Grandes empresários e bancos têm equipes dedicadas a influenciar políticas públicas, enquanto a população em geral não tem o mesmo poder de pressão organizada.
2. Falta de Mecanismos Eficazes de Prestação de Contas
- Fiscalização Frágil: Apesar de existirem leis contra corrupção, a fiscalização é muitas vezes lenta, burocrática e sujeita a influências políticas.
- Impunidade: Muitos políticos não sofrem consequências mesmo quando agem contra os interesses da população, o que perpetua a cultura de impunidade.
3. Distorção do Sistema Representativo
- Voto Distrital vs. Proporcional: O sistema eleitoral brasileiro (proporcional de lista aberta) facilita que candidatos eleitos priorizem alianças partidárias e grupos de interesse em vez dos eleitores.
- Clientelismo Político: Muitos políticos focam em benefícios pontuais (como obras superfaturadas ou auxílios) em vez de políticas estruturais, o que desvia o foco das reais necessidades da população.
4. Falta de Participação Popular Contínua
- Eleitor Passivo: Muitos eleitores acompanham a política apenas em épocas de eleição, sem monitorar o trabalho dos representantes depois.
- Dificuldade de Pressão Popular: Movimentos sociais e organizações da sociedade civil muitas vezes não têm força suficiente para equilibrar a influência do poder econômico.
5. Corrupção Estrutural
- Privilégios e Propinas: A cultura do "toma lá dá cá" no Congresso faz com que muitos políticos troquem favores por apoio financeiro ou cargos.
- Fisiologismo Partidário: Partidos frequentemente negociam apoio a pautas que beneficiam elites em troca de vantagens políticas.
6. Concentração de Poder e Desigualdade
- Elite Política x População: Muitos congressistas vêm de classes privilegiadas e têm mais identificação com empresários do que com as demandas da população pobre.
- Reforma Política Ausente: Propostas para tornar o sistema mais transparente (como financiamento público de campanhas) enfrentam resistência de quem se beneficia do modelo atual.
O que pode ser feito?
- Maior Fiscalização: Aperfeiçoar órgãos de controle como o Ministério Público e a Polícia Federal.
- Participação Popular: Pressão por mecanismos como plebiscitos, recall (revogação de mandato) e maior transparência.
- Reforma Política: Mudanças no financiamento de campanhas e no sistema eleitoral para reduzir a influência do dinheiro.
- Educação Política: Conscientização da população sobre seus direitos e deveres cívicos.
Infelizmente, enquanto o sistema político for dominado por interesses econômicos e sem uma participação popular mais ativa, essa dinâmica tende a persistir. A mudança exige não apenas leis melhores, mas também uma sociedade mais vigilante e organizada." (DEEPSEEK AI)
CONCLUSÃO
A novala continua, o custo e despesas para manter esses Poderes Constituídos, é muito elevado, e o povo deve pagar esse preço, por sua religiosa limitação.
É por isso, que habitamos um país rico, mas a grande maioria do povo é completamente pobre, pois até mesmo a burrice tem importância na identificação das desigualdades e agravos sociais.
A mudança só acontecerá se houver, ação e atitude popular, mas a fragilidade do povo é tamanha que não tem nenhuma opção a não ser retornar a Caverna de Platão e viver do Pão e Circo que o sistema controlador impõe.
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